quarta-feira, 7 de setembro de 2016

07 DE SETEMBRO > DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL (2016)

DIA DA INDEPENDENCIA DO BRASIL 07 de setembro



BIOGRAFIA DA NECA
Por > Neca Machado (Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental, Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia, Fotografa com mais de 100 mil fotografias diversas na Amazônia e na Europa, em 2016 classificada entre as 150 melhores fotos do Concurso URBS cidades em tons de cinza, Pesquisadora da Cultura Tucuju, Contista, Cronista, Poetisa, Coautora em duas obras lançadas em 2016 em Portugal-Lisboa, Licenciada Plena em Pedagogia, Jornalista, Blogueira com 25 blogs na web, 21 no Brasil e 04 na Europa, Quituteira,



07.07.2016

258 anos que Macapá foi elevada à categoria de vila.

Século 17 com menos de mil habitantes, Macapá uma bela cidade as margens do majestoso Rio Amazonas, ainda permanece sob o domínio de um Pelourinho fictício onde a corrupção graça a passos longos destruindo sonhos de um verdadeiro cidadão tucuju.
 Antes o Pelourinho símbolo de uma franquia municipal, atualmente é franquia de clãs que lutam pelo poder em partidos que passam de mão em mão ofertando qualidade de vida a todos, uma qualidade que não sai do papel e das mentiras traçadas por gente que despreza gente. É só observar o crescente números de áreas de ressacas todas elas cheias de gente morando em condições sub-humanas, e ao lado em casas e mansões autoridades que fecham seus olhos para seus problemas.

07 de setembro DIA DA INDEPENDENCIA DO BRASIL.

Mas em 2016, somos dependentes de crescimento, de tecnologia, de DIREITOS igualitários que ficaram nos séculos passados, observamos com o sentimento de tristeza que o humanismo tão pregado, está esquecido, que a VIDA se tornou produto e que o DIREITO tem tantas lacunas que cidadãos morrem sem acreditar em uma Justiça plena que possa nos contemplar.
Políticos oportunistas em época de eleição prometem de TUDO, solução para todos os tipos de problemas da população, gente com gestão nova apesar de ser velha raposa em busca de muitos galinheiros para fazer a festa.
Não há o que comemorar quando milhares de mortos esperam para serem enterrados, porque agonizam em vida em hospitais de Macapá sem serem atendidos com dignidade, sem remédios básicos para suas dores, exames de complexidade que demoram anos para serem feitos e muitos corruptos ladrões que se apropriaram do dinheiro público continuam a passear com carros casas, sim porque hoje em Macapá os carros ostentação são puras casas ambulantes que quem pagou essas mordomias foi o cidadão honesto para ladrões utilizarem sem medo e nem vergonha.
Um Amapá que não merece ter uma comemoração de uma independência que até agora não chegou. Hospitais do sul do Brasil recebem diariamente gente do Amapá em busca de saúde, porque autoridades corruptas não fizeram investimentos na área hospitalar para cuidar da população.
Todos os dias ambulâncias sucateadas do estado do Amapá cheias de paciente aportam em hospitais PRIVADOS para exames de complexidades como tomografias e afins enriquecendo médicos que se tornaram empresários em contratos muitos deles fraudulentos onde se encontram de tudo em tecnologia nuclear e onde nos hospitais públicos faltam de tudo.
Um paradoxo sem compreensão.





terça-feira, 6 de setembro de 2016

REPRODUÇÃO

Mariana Asper em Oeiras.
6 h
__ És flor de cardo, aquela que eu sinto
sob os meus pés em chagas,
vem rastejando como uma vaga,
não há rio, nem mar, nem canto,
apenas, com teus espinhos me desencanto.
__ Sem amor e, com dor nasceste no meu jardim,
não te quero, outras flores de mais valor,
vou plantar perto de mim.
__ Os teus espinhos vou cortar
e sobre eles, devo avançar,
com os meus pés até os eliminar,
abrindo caminho sem feridas,
vou erguer-me de forças noutro lugar.
__ Não procuro afecto nem devoção entre cardos,
com tuas flores formosas mas enganosas,
se te vir caído no chão não te apanho,
esperando que a toque,
desponta em mim a flor do sonho!
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Comentários
Elizabeth Sá Que lindo poema Marianita .... Beijo
CurtirResponder15 h

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

05.09 > DIA DA AMAZONIA

O MENINO, O RIO E A POESIA



Por > Neca Machado (Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental, Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia, Fotografa com mais de 100 mil fotografias diversas na Amazônia e na Europa, em 2016 classificada entre as 150 melhores fotos do Concurso URBS cidades em tons de cinza, Pesquisadora da Cultura Tucuju, Contista, Cronista, Poetisa, Coautora em duas obras lançadas em 2016 em Portugal-Lisboa, Licenciada Plena em Pedagogia, Jornalista, Blogueira com 25 blogs na web, 21 no Brasil e 04 na Europa, Quituteira.

O rio é a sua rua, e ele de pés descalços, livre, voa sem pressa sobre uma onda que teima em ser Maré. Ela bate sem aviso nas pedras do cais, e na rua sem nome, o MENINO descobre seus sonhos e furtivo caminha sobre sua liberdade, ele nem se importa com os dejetos jogados na orla do maior rio de agua doce do Mundo, o Amazonas que banha a cidade de Macapá, ele somente se importa com sua liberdade, sem dono, sem rumo, sem hora para voltar, é o Menino dos Aturiás, é o dono de um espaço singular que não tem normas e nem leis.
O RIO que desagua a seus pés, limpa a lama que ele nem se preocupou em pisar, sua rua não tem asfalto, nem linhas imaginarias, nem faixas de pedestres para obedecer, mas ele sem short de banho, calção surrado e a liberdade, tão senhora Liberdade, está sim, ele a idolatra, abre seu sorriso de Menino do Rio Amazonas, cheiro de caboco ribeirinho, cheiro do vento parido nas entranhas da floresta Amazônia, ele, sim, é o verdadeiro representante da felicidade.
A POESIA que singra as curvas deste rio nortista, parte do pulmão do mundo a Amazônia, tem MENINOS, e muita poesia, tem sonetos e rimas entrelaçadas com suor, labuta e paixão, tem MENINOS que se juntam para partilharem sonhos de jogadores de um futebol de lama que singra fronteiras da imaginação, e tem as bênçãos do padroeiro São José, em uma estátua que repousa sobre a Pedra encantada do Guindaste, talhada com a arte do luso Antônio Pereira da Costa, e tem muitos MENINOS Reis e Senhores encantados por outros seres imaginários moradores deste RIO.
O menino, o rio e a poesia fazem parte de uma tríade cheia de magia e encanto que se debruçam sobre a imensidão de um horizonte sem fim, e mesmo tornando-se Homem, os sonhos deste Menino Amazonida que dançou sobre marés continuará em sonetos e rimas desafiando as gerações e cortando igarapés imortalizados em uma FOTO que hoje roda o Mundo.

(A foto de Neca Machado foi premiada com classificação entre as 150 melhores fotografias do concurso urbs, cidades em tons de cinza, 2016)


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

"MENINOS NO RIO AMAZONAS" (NECA MACHADO)

FOTO DE NECA MACHADO
PREMIADA COM CLASSIFICAÇÃO ENTRE OS 150 FOTOGRAFOS NACIONAIS DE 2016
NA ANTOLOGIA > CIDADE EM TONS DE CINZA
TITULO > MENINOS NO RIO AMAZONAS
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Neca Machado Somente 02 fotógrafos do Amapá estão na ANTOLOGIA 2016, NECA MACHADO COM "MENINOS NO RIO AMAZONAS" e Raul Quaresma com Equinocio lunar.