CONTOS, CRONICAS E POESIAS >"Poesia DIGITAL, TEM CUSTO, 1 EURO IBAN-PT50019300001050592827466 / BIC/SWIFT-CTTVPTPLXXX;> Contato > Jornalista brasileira NECA MACHADO (Administradora do blog > nmmac@live.com)Administradora, Escritora, Fotografa, Jornalista, Bacharel em Direito Ambiental, Artista Plastica, Quituteira e Designer em Linha, Estilista, co autora em 30 obras lançadas em Portugal entre 2016-2017, 2018 e 2019, de poemas e contos.NECA MACHADO MORA NA EUROPA
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
07 DE SETEMBRO > DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL (2016)
DIA DA
INDEPENDENCIA DO BRASIL 07 de setembro
BIOGRAFIA DA NECA
Por > Neca Machado
(Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental,
Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia, Fotografa
com mais de 100 mil fotografias diversas na Amazônia e na Europa, em 2016
classificada entre as 150 melhores fotos do Concurso URBS cidades em tons de
cinza, Pesquisadora da Cultura Tucuju, Contista, Cronista, Poetisa, Coautora em
duas obras lançadas em 2016 em Portugal-Lisboa, Licenciada Plena em Pedagogia,
Jornalista, Blogueira com 25 blogs na web, 21 no Brasil e 04 na Europa,
Quituteira,
07.07.2016
258
anos que Macapá foi elevada à categoria de vila.
Século
17 com menos de mil habitantes, Macapá uma bela cidade as margens do majestoso
Rio Amazonas, ainda permanece sob o domínio de um Pelourinho fictício onde a
corrupção graça a passos longos destruindo sonhos de um verdadeiro cidadão
tucuju.
Antes o Pelourinho símbolo de uma franquia
municipal, atualmente é franquia de clãs que lutam pelo poder em partidos que
passam de mão em mão ofertando qualidade de vida a todos, uma qualidade que não
sai do papel e das mentiras traçadas por gente que despreza gente. É só
observar o crescente números de áreas de ressacas todas elas cheias de gente
morando em condições sub-humanas, e ao lado em casas e mansões autoridades que
fecham seus olhos para seus problemas.
07 de setembro DIA DA INDEPENDENCIA DO
BRASIL.
Mas em
2016, somos dependentes de crescimento, de tecnologia, de DIREITOS igualitários que ficaram nos séculos passados, observamos
com o sentimento de tristeza que o humanismo tão pregado, está esquecido, que a
VIDA se tornou produto e que o DIREITO tem tantas lacunas que cidadãos morrem
sem acreditar em uma Justiça plena que possa nos contemplar.
Políticos
oportunistas em época de eleição prometem de TUDO, solução para todos os tipos
de problemas da população, gente com gestão nova apesar de ser velha raposa em
busca de muitos galinheiros para fazer a festa.
Não há
o que comemorar quando milhares de mortos esperam para serem enterrados, porque
agonizam em vida em hospitais de Macapá sem serem atendidos com dignidade, sem remédios
básicos para suas dores, exames de complexidade que demoram anos para serem
feitos e muitos corruptos ladrões que se apropriaram do dinheiro público
continuam a passear com carros casas, sim porque hoje em Macapá os carros
ostentação são puras casas ambulantes que quem pagou essas mordomias foi o
cidadão honesto para ladrões utilizarem sem medo e nem vergonha.
Um
Amapá que não merece ter uma comemoração de uma independência que até agora não
chegou. Hospitais do sul do Brasil recebem diariamente gente do Amapá em busca
de saúde, porque autoridades corruptas não fizeram investimentos na área hospitalar
para cuidar da população.
Todos os
dias ambulâncias sucateadas do estado do Amapá cheias de paciente aportam em
hospitais PRIVADOS para exames de
complexidades como tomografias e afins enriquecendo médicos que se tornaram empresários
em contratos muitos deles fraudulentos onde se encontram de tudo em tecnologia
nuclear e onde nos hospitais públicos faltam de tudo.
Um paradoxo
sem compreensão.
terça-feira, 6 de setembro de 2016
REPRODUÇÃO
Mariana Asper em Oeiras.
__ És flor de cardo, aquela que eu sinto
sob os meus pés em chagas,
vem rastejando como uma vaga,
não há rio, nem mar, nem canto,
apenas, com teus espinhos me desencanto.
__ Sem amor e, com dor nasceste no meu jardim,
não te quero, outras flores de mais valor,
vou plantar perto de mim.
__ Os teus espinhos vou cortar
e sobre eles, devo avançar,
com os meus pés até os eliminar,
abrindo caminho sem feridas,
vou erguer-me de forças noutro lugar.
__ Não procuro afecto nem devoção entre cardos,
com tuas flores formosas mas enganosas,
se te vir caído no chão não te apanho,
esperando que a toque,
desponta em mim a flor do sonho!
sob os meus pés em chagas,
vem rastejando como uma vaga,
não há rio, nem mar, nem canto,
apenas, com teus espinhos me desencanto.
__ Sem amor e, com dor nasceste no meu jardim,
não te quero, outras flores de mais valor,
vou plantar perto de mim.
__ Os teus espinhos vou cortar
e sobre eles, devo avançar,
com os meus pés até os eliminar,
abrindo caminho sem feridas,
vou erguer-me de forças noutro lugar.
__ Não procuro afecto nem devoção entre cardos,
com tuas flores formosas mas enganosas,
se te vir caído no chão não te apanho,
esperando que a toque,
desponta em mim a flor do sonho!
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
05.09 > DIA DA AMAZONIA
O
MENINO, O RIO E A POESIA
Por > Neca Machado
(Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental,
Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia, Fotografa
com mais de 100 mil fotografias diversas na Amazônia e na Europa, em 2016
classificada entre as 150 melhores fotos do Concurso URBS cidades em tons de
cinza, Pesquisadora da Cultura Tucuju, Contista, Cronista, Poetisa, Coautora em
duas obras lançadas em 2016 em Portugal-Lisboa, Licenciada Plena em Pedagogia,
Jornalista, Blogueira com 25 blogs na web, 21 no Brasil e 04 na Europa,
Quituteira.
O rio
é a sua rua, e ele de pés descalços, livre, voa sem pressa sobre uma onda que
teima em ser Maré. Ela bate sem aviso nas pedras do cais, e na rua sem nome, o MENINO descobre seus sonhos e furtivo
caminha sobre sua liberdade, ele nem se importa com os dejetos jogados na orla
do maior rio de agua doce do Mundo, o Amazonas que banha a cidade de Macapá,
ele somente se importa com sua liberdade, sem dono, sem rumo, sem hora para
voltar, é o Menino dos Aturiás, é o dono de um espaço singular que não tem
normas e nem leis.
O RIO que desagua a seus pés, limpa a
lama que ele nem se preocupou em pisar, sua rua não tem asfalto, nem linhas
imaginarias, nem faixas de pedestres para obedecer, mas ele sem short de banho,
calção surrado e a liberdade, tão senhora Liberdade, está sim, ele a idolatra,
abre seu sorriso de Menino do Rio Amazonas, cheiro de caboco ribeirinho, cheiro
do vento parido nas entranhas da floresta Amazônia, ele, sim, é o verdadeiro
representante da felicidade.
A POESIA que singra as curvas deste rio
nortista, parte do pulmão do mundo a Amazônia, tem MENINOS, e muita poesia, tem
sonetos e rimas entrelaçadas com suor, labuta e paixão, tem MENINOS que se juntam para partilharem sonhos
de jogadores de um futebol de lama que singra fronteiras da imaginação, e tem
as bênçãos do padroeiro São José, em uma estátua que repousa sobre a Pedra
encantada do Guindaste, talhada com a arte do luso Antônio Pereira da Costa, e
tem muitos MENINOS Reis e Senhores encantados por outros seres imaginários moradores
deste RIO.
O menino, o rio e a poesia fazem
parte de uma tríade cheia de magia e encanto que se debruçam sobre a imensidão
de um horizonte sem fim, e mesmo tornando-se Homem, os sonhos deste Menino
Amazonida que dançou sobre marés continuará em sonetos e rimas desafiando as gerações
e cortando igarapés imortalizados em uma FOTO
que hoje roda o Mundo.
(A foto de Neca Machado foi premiada com
classificação entre as 150 melhores fotografias do concurso urbs, cidades em
tons de cinza, 2016)
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
"MENINOS NO RIO AMAZONAS" (NECA MACHADO)
Neca Machado adicionou 4 novas fotos.
FOTO DE NECA MACHADO
PREMIADA COM CLASSIFICAÇÃO ENTRE OS 150 FOTOGRAFOS NACIONAIS DE 2016
NA ANTOLOGIA > CIDADE EM TONS DE CINZA
TITULO > MENINOS NO RIO AMAZONAS
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